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1  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Prefeitura quer comprar prédio do Cine Belas Artes : 09/Janeiro/2013, 04:46:13
Prefeitura quer comprar prédio do Cine Belas Artes

Secretário de Cultura pretende transformar o espaço, fechado desde 2011, em centro cultural e acabar com a disputa pelo imóvel

A gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) planeja desapropriar o prédio onde funcionou o Cine Belas Artes e transformá-lo em espaço cultural da Prefeitura de São Paulo. O novo secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira, tem como uma das primeiras tarefas pôr fim à polêmica criada após o fechamento do cinema, em 2011. Ferreira estuda declarar de utilidade pública o imóvel para evitar uma possível ocupação comercial, como pretende o atual proprietário.

Segundo Fábio Luchesi Filho, advogado de Flávio Maluf, dono do imóvel, as negociações para alugá-lo estão em "fase avançada". "Logo, logo, vocês vão ver uma loja funcionando ali", disse ontem ao Estado. A maior dificuldade em transformar o imóvel é o fato de a fachada ser tombada (veja quadro). Hoje, o prédio está pichado e abandonado.

O secretário Juca Ferreira tem como viabilizar a requalificação do prédio por meio de dois projetos de lei que passaram a tramitar na Câmara Municipal no dia 2. Assinados por seis vereadores, entre eles dois secretários do atual governo, Eliseu Gabriel (Trabalho e Empreendedorismo) e Chico Macena (Coordenação das Subprefeituras), as propostas permitem que o Município declare de utilidade pública o prédio do antigo cinema.

O próprio Gabriel se reuniu com Ferreira anteontem para tratar do assunto. O secretário do Trabalho apresentou dados da CPI do Belas Artes, encerrada no ano passado, que recolheu assinaturas de mais de 7 mil pessoas e 70 entidades e organizações não-governamentais favoráveis à volta do cinema.

Parceria
Nos próximos dias, o secretário de Cultura vai receber representantes do Movimento Belas Artes (MBA), entidade que defende a manutenção de um cinema de arte no espaço. Uma das ideias do governo é comprar o imóvel e tentar uma parceria com a iniciativa privada para transformá-lo em centro multicultural, com exposições e filmes de arte.

"Estou esperançoso. O poder público está tendo uma visão abrangente. Cultura não é só entretenimento. É economia, é educação, é saúde para quem a consome", disse o escritor Afonso Júnior, um dos integrantes do MBA.

Prioridades
Apesar de destacar que a desapropriação "é a única medida jurídica que garante o uso do prédio como cinema", diferentemente do tombamento, o advogado Marcelo Manhães, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio (Conpresp), acredita que a decisão do governo Fernando Haddad é uma "medida política". "O público que hoje frequenta cinema de rua é muito restrito e o dinheiro pode ser aplicado em outras prioridades", afirma. "Não é o espaço que retrata a importância do cinema, e sim o conceito dele. Então pode ser em outro lugar, não naquela localização tão famosa e tão cara."

Procurado, Eliseu Gabriel não respondeu as ligações da reportagem. A assessoria de imprensa de Haddad confirmou que o governo estuda desapropriar o imóvel.



Publicado no Estadão (08/01/2013)
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,prefeitura-quer-comprar-predio-do-cine-belas-artes,982011,0.htm
2  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Martinelli resgata seu rosa original dos anos 1930 : 20/Agosto/2012, 01:39:34
Martinelli resgata seu rosa original dos anos 1930
Com 130 metros, histórico arranha-céu foi desbotando ao longo das décadas por causa de chuvas, poluição e falta de conservação

EDISON VEIGA, TIAGO QUEIROZ - O Estado de S.Paulo

Na colher do pedreiro, a massa fresca é tão rosa quanto a do fim da década de 1920, quando o Edifício Martinelli estava sendo erguido. "A diferença é que, na época, a coloração vinha de um tipo de cimento europeu. Hoje, utilizamos argamassa pigmentada", explica o conservador e restaurador Antonio Sarasá. Desde 2008, ele comanda o trabalho de recuperação do histórico arranha-céu de 130 metros de altura, um dos símbolos da cidade.

O restauro era necessário. E não só porque, com o passar dos anos, o Martinelli foi desbotando pelo tempo, pelas chuvas, pela poluição. Para um senhor prédio de quase 80 anos - apesar de inaugurado em 1929, ele só foi concluído em 1934 -, perder o brilho não era o maior problema. "Havia infiltração no telhado, janelas deterioradas, pisos soltos e sem cor...", enumera Sarasá.

A administração do prédio entendeu que uma intervenção era necessária. Começou então uma verdadeira obsessão por conter os gastos, para que fosse possível bancar a recuperação. "Começamos a economizar energia e água. Tudo para fazer caixa", explica o supervisor de manutenção do edifício, Nivaldo Peixoto Júnior. Em 2003, a conta mensal de água girava em torno de R$ 41 mil. Hoje, não passa de R$ 32 mil.

A obra começou em 2008, pela parte estrutural. "Só há poucos meses passamos a mexer na fachada. Então o trabalho se tornou visível a quem passa em frente", diz Sarasá. Até agora, R$ 1,5 milhão já foram investidos. E o rosa voltou mais vivo entre os andares 22 e 26. Também foi feito um trabalho de eliminação de pragas. "O prédio estava infestado", conta Sérgio Magno, químico responsável pelo serviço.

O Martinelli teve sua fase áurea até 1945. Na época, o então maior prédio de São Paulo tinha salões de dança, cinema, hotel e restaurante. Entre 1945 e o fim da década de 1970, o luxo deu lugar à decadência. O que era um classudo hotel se transformou em hospedaria de alta rotatividade. O endereço também abrigou bares, boates e um espaço de entretenimento adulto - misto de cabaré e cassino. Com o passar dos anos, o prédio se transformou em cortiço. Em 1975, a Prefeitura desapropriou o Martinelli e começou a restaurá-lo. Reinaugurados em 1979, seus andares foram locados a órgãos públicos e empresas privadas.

Imaginário. Mesmo com altos e baixos, o gigante rosa jamais perdeu seu espaço no imaginário dos paulistanos. Em 1995, o escritor Marcos Rey (1925-1999) lançou O Último Mamífero do Martinelli, em que narra a história fictícia de um sujeito que se esconde nas obras do prédio.



Publicado no Estadão (19/08/2012)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,martinelli-resgata-seu-rosa-original--dos-anos-1930-,918547,0.htm
3  PreservaSP / Clipping - PreservaSP / Assombrado pelo descaso - Revista da Folha : 13/Agosto/2012, 08:34:38
Assombrado pelo descaso
Castelinho da rua Apa sucumbe em Santa Cecília enquanto aguarda decisão judicial sobre restauro e interessados em patrocínio

PATRÍCIA BRITTO

Apesar da lenda que ronda o castelinho da rua Apa, nº 236, até hoje não ficou provado que ele é assombrado pelos espíritos da família Reis, que morreu ali em 1937. Bons agouros, por outro lado, o palacete não tem.

De estilo eclético e com elementos arquitetônicos medievais, o casarão tombado é um dos poucos exemplares das construções do início do século passado no bairro de Santa Cecília, região central. Hoje, sem cobertura nem assoalho, com reboco incompleto e janelas quebradas, o prédio está entregue à degradação.

Desde 2008, o imóvel depende da decisão de uma ação judicial que poderá viabilizar sua restauração com verba pública após 30 anos de abandono. Outra solução é a utilização de recursos privados.

A Associação Preserva São Paulo, autora do processo na Justiça, quer que o governo federal pague a reforma, já que é o proprietário do prédio desde 1943. "Não queremos que um patrimônio importante para a cidade se perca de vez", diz Jorge Eduardo Rubies, presidente da entidade.

Em audiência de conciliação no início deste mês, a Secretaria de Patrimônio da União se comprometeu a, no prazo de dois meses, dar uma resposta sobre a viabilidade ou não de custear o restauro. Após esse prazo, pode contratar de vez as obras ou alegar falta de recursos. Ela pode até ser obrigada pela Justiça a fazer o restauro, mas ainda caberia recurso -segundo especialistas consultados pela sãopaulo, a ação poderia tramitar por mais dez anos.

Assim, conseguir patrocínio por meio de leis de incentivo à cultura é o foco do Clube de Mães do Brasil, ONG que em 1997 recebeu da União o direito de usar o terreno e ocupar um prédio anexo para profissionalizar ex-moradores de rua. Hoje, o castelo serve como oficina para 70 artesãos que trabalham com material reciclado.

Segundo a presidente da entidade, Maria Eulina Hilsenbeck, o projeto de captação será inscrito na Lei Mendonça (municipal) neste mês. O valor deve se aproximar de R$ 1 milhão.

"Todo mundo quer o castelinho reformado, mas, na hora de pôr a mão no bolso, ninguém quer", diz a advogada da ONG, Nanci Rowlands. Para a procuradora da República Adriana da Silva Fernandes, o fato de a ONG buscar ajuda para as obras não isenta a União da responsabilidade. Caso o patrocínio seja alcançado, é possível rever o valor a ser custeado pelo governo federal.

Desde 2011, o castelinho tem um projeto preliminar de restauração aprovado pelo Conpresp (órgão municipal do patrimônio). Para que ele seja realizado, no entanto, ainda é necessário o projeto executivo, estimado em R$ 400 mil. Já para as obras, o escritório Paulo Bastos estima os gastos em torno de R$ 1,5 milhão.

cronologia

A trajetória do castelinho

1912 Começa a construção a pedido do médico Vicente César dos Reis. O prédio foi um presente dele à sua mulher, Maria Cândida. A obra ficaria pronta em 1917

1937 Em março, o médico morre, deixando a viúva e dois filhos, Álvaro e Armando. Dois meses depois, os três são encontrados mortos no castelinho. Suspeita-se de que, durante discussão sobre os negócios da família, Álvaro tenha atirado no irmão e na mãe, suicidando-se em seguida 1943 O imóvel vira propriedade da União por falta de descendentes diretos dos antigos donos

1982 A União, que alugava o imóvel para fins residenciais, suspende a locação. Começa a fase de abandono

1997 A ONG Clube de Mães do Brasil ganha o direito de usar o terreno do castelinho, incluindo o prédio anexo

2004 O castelinho é tombado pelo Conpresp

2008 A Associação Preserva São Paulo entra com ação civil pública para obrigar a União a restaurar o prédio

2011 Projeto para restauração, do escritório do arquiteto Paulo Bastos, é aprovado no Conpresp

2012 Aguarda decisão judicial sobre restauro bancado pela União; ONG tenta verba privada



Publicado Revista da Folha 12/08/2012
http://www1.folha.uol.com.br/revista/saopaulo/sp1208201210.htm
4  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / Vídeo - O Jardim dos Narcisos : 30/Junho/2012, 04:15:26
O Jardim dos Narcisos
José Eduardo Contreiras

www.youtube.com/watch?v=5AUH5LhiVkw



"Olho a paisagem do Bairro onde nasci, que não mais reconheço".
José Eduardo Contreiras
5  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / Re: FOTOS - Palestra: Conhecendo a arquitetura de São Paulo : 30/Junho/2012, 04:05:51
FOTOS: Walmir Inácio

Palestra: Conhecendo a arquitetura de São Paulo
26/06/2012 - Auditório do Senac Sta. Cecília

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6  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / FOTOS - Palestra: Conhecendo a arquitetura de São Paulo : 30/Junho/2012, 04:04:30
FOTOS: Walmir Inácio

Palestra: Conhecendo a arquitetura de São Paulo
26/06/2012 - Auditório do Senac Sta. Cecília

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7  PreservaSP / Clipping - PreservaSP / Casarão vira 'ícone' em ação contra verticalização em Pinheiro : 21/Junho/2012, 01:40:22
Casarão vira 'ícone' em ação contra verticalização em Pinheiros

Um casarão protegido de ser demolido pela Justiça vai ao chão em Pinheiros (zona oeste de SP). Mas o que poderia ser uma derrota para quem luta pela preservação do bairro acabou gerando efeito contrário.

O grupo Moradores de Pinheiros contra a Verticalização do Bairro coletou até agora 2.000 assinaturas a favor da criação de um parque no local da antiga casa.

"A demolição do casarão virou um ícone do nosso movimento", diz Cláudia Lammoglia, 41, uma das coordenadoras do grupo que tem como símbolo um prédio gigante passando por cima das casinhas do bairro.

Para ela, o fato de o imóvel ter sido demolido, apesar de uma liminar que revogava a decisão, dá mais força para a reivindicação deles.

"Em cada quarteirão há cinco ou seis casas que foram demolidas, a maioria para dar espaço aos empreendimentos comercias", diz.

A moradora reclama que os novos prédios vão descaracterizar o bairro, marcado pelo seu comércio tradicional de móveis novos e antigos.

Os moradores temem outro impacto negativo. A chegada de carros além da capacidade das ruas.

O casarão veio abaixo em 28 de março, dois dias depois de a liminar que impedia a destruição ter sido expedida.

A Associação PreservaSP, que também é do movimento, havia protocolado pedido de tombamento do imóvel no dia 1º de março. Mas isso não garantia a preservação da casa.

Jorge Rubies, da PreservaSP, diz que a casa, em um terreno de 2.000 m² era um "verdadeiro sítio urbano", com arquitetura arrojada para a época. Era o último imóvel do tipo na região, diz.

Um inquérito foi instaurado no 14º DP, em Pinheiros. Pela Lei de Crimes Ambientais, quem destrói bem protegido por decisão judicial fica sujeito a pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa.


A construtora Helbor, dona do terreno e de outros lotes no quarteirão, diz que "não tinha conhecimento oficial sobre qualquer decisão que a impedisse dessa ação e nunca recebeu notificação judicial sobre o assunto".

Sobre a relevância arquitetônica do casarão, o arquiteto João Whitaker, professor da FAU-USP, afirma que, tão importante quanto preservar imóveis isoladamente, é manter as características de um bairro, mas que em São Paulo a prioridade tem sido do mercado imobiliário.

"As construtoras fazem prédios em lugares onde a cidade não precisa", diz.



Publicado no site AGÊNCIA DE NOTICIAS
http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=21048
8  PreservaSP / Movimento dos Moradores de Pinheiros contra a Especulação Desenfreada / Casarão vira 'ícone' em ação contra verticalização em Pinheiros : 21/Junho/2012, 01:39:37
Casarão vira 'ícone' em ação contra verticalização em Pinheiros

Um casarão protegido de ser demolido pela Justiça vai ao chão em Pinheiros (zona oeste de SP). Mas o que poderia ser uma derrota para quem luta pela preservação do bairro acabou gerando efeito contrário.

O grupo Moradores de Pinheiros contra a Verticalização do Bairro coletou até agora 2.000 assinaturas a favor da criação de um parque no local da antiga casa.

"A demolição do casarão virou um ícone do nosso movimento", diz Cláudia Lammoglia, 41, uma das coordenadoras do grupo que tem como símbolo um prédio gigante passando por cima das casinhas do bairro.

Para ela, o fato de o imóvel ter sido demolido, apesar de uma liminar que revogava a decisão, dá mais força para a reivindicação deles.

"Em cada quarteirão há cinco ou seis casas que foram demolidas, a maioria para dar espaço aos empreendimentos comercias", diz.

A moradora reclama que os novos prédios vão descaracterizar o bairro, marcado pelo seu comércio tradicional de móveis novos e antigos.

Os moradores temem outro impacto negativo. A chegada de carros além da capacidade das ruas.

O casarão veio abaixo em 28 de março, dois dias depois de a liminar que impedia a destruição ter sido expedida.

A Associação PreservaSP, que também é do movimento, havia protocolado pedido de tombamento do imóvel no dia 1º de março. Mas isso não garantia a preservação da casa.

Jorge Rubies, da PreservaSP, diz que a casa, em um terreno de 2.000 m² era um "verdadeiro sítio urbano", com arquitetura arrojada para a época. Era o último imóvel do tipo na região, diz.

Um inquérito foi instaurado no 14º DP, em Pinheiros. Pela Lei de Crimes Ambientais, quem destrói bem protegido por decisão judicial fica sujeito a pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa.

A construtora Helbor, dona do terreno e de outros lotes no quarteirão, diz que "não tinha conhecimento oficial sobre qualquer decisão que a impedisse dessa ação e nunca recebeu notificação judicial sobre o assunto".

Sobre a relevância arquitetônica do casarão, o arquiteto João Whitaker, professor da FAU-USP, afirma que, tão importante quanto preservar imóveis isoladamente, é manter as características de um bairro, mas que em São Paulo a prioridade tem sido do mercado imobiliário.

"As construtoras fazem prédios em lugares onde a cidade não precisa", diz.



Publicado no site AGÊNCIA DE NOTICIAS
http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=21048
9  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / Re: II JORNADA FOTOGRÁFICA - FRAGMENTOS SÃO PAULO - 2012 : 01/Junho/2012, 06:37:24
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FOTOS - PREMIAÇÃO - 31/05/2012

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CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO

12  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / II JORNADA FOTOGRÁFICA - FRAGMENTOS SÃO PAULO - 2012 : 01/Junho/2012, 06:16:06
PREMIADOS_2012
II JORNADA FOTOGRÁFICA - FRAGMENTOS SÃO PAULO


1o. Colocado - JOSÉ ROBERTO D’ELBOUX
Foto: Mosaico // Local: Edifício Banco de São Paulo
http://www.preservasp.org.br/02_jose%20d%20elboux_01_GG.jpg


2o. Colocado - LEONARDO RIBEIRO MAIA
Foto: Agulha e Algodão // Local: Memorial da América Latina
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3a. Colocada - KATHYA SILVA
Foto: Teto Sagrado // Local: Catedral da Sé
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Foto mais votada pela internet - THIAGO LOPES DE OLIVEIRA GIACOBELLI
Foto: Arquitetura Musical // Local: Rua XV de Novembro
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Menção honrosa (pelo conjunto da obra) - MARIANA MATTAR RIBEIRO
1a. Foto: Vitrô - Local: Fábrica da Antártica // http://www.preservasp.org.br/15_mariana%20ribeiro_01_GG.jpg


2a. Foto: Amarela - Local: Fábrica da Antártica // http://www.preservasp.org.br/15_mariana%20ribeiro_02_GG.jpg





FINALISTA:

Ana Uiara A. Luna
Foto: Tela // Local: Rua 7 Abril
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Gisele Fap
Foto: Brasão de Ouro // Local: Av. São Luís
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Thiago L. O. Giacobelli
Foto: Reflexos São Paulo // Local: Pátio Colégio
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Gabrieli R. de Azevedo
Foto: Armazém // Local: V. Maria Zélia
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13  PreservaSP / Movimento dos Moradores de Pinheiros contra a Especulação Desenfreada / Re: Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros : 01/Maio/2012, 10:02:46
Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros
Fotos: Daniel Cohn Bandit.

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14  PreservaSP / Movimento dos Moradores de Pinheiros contra a Especulação Desenfreada / Re: Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros : 01/Maio/2012, 09:59:03
Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros
Fotos: Daniel Cohn Bandit.

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15  PreservaSP / Movimento dos Moradores de Pinheiros contra a Especulação Desenfreada / Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros : 01/Maio/2012, 09:55:08
Fotos Casarão João Moura, 740 - Pinheiros
Fotos: Daniel Cohn Bandit.

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