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1  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Re: Você concorda que o Cine Marabá vire multiplex? : 06/Agosto/2008, 09:54:49 am
Concordo desde que se mantenha sua arquitetura interna. Hoje só temos público para salas gigantescas se são de grande repercusão.

Veja o Cinesesc que dependendo do filme dá até tédio estar naquela sala gigantesca com meia dúzia de gatos pingados (rs).

Acho que o Unibanco da Augusta é um bom exemplo.

2  Galeria de Fotos / Outras regiões / Re: Cidade do Rio de Janeiro - Copacabana : 18/Junho/2008, 10:02:27 am
Como vocês visualizam as fotos?

Eu não vejo nada...só fotos "quebradas".
3  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Re: Castelinho da Rua Apa : 10/Dezembro/2007, 04:33:18 pm
Achei uma notícia da Fiesp com a ONG Mães do Brasil

Silvia Lakatos imprensa da Fiesp. Não seria interessante saber qual a ligação da Fiesp com a ONG?



São Paulo -  25/7/2007


Entidades expõem seus trabalhos na Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental


Meio ambiente, defesa da criança, inclusão socioeconômica das pessoas com deficiência: são muitas as causas defendidas pelas ONGs, que terão a oportunidade de mostrar suas realizações no grande evento da Fiesp
Não serão somente as empresas que terão oportunidade de apresentar seus cases durante a Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental, que acontecerá de 2 a 4 de agosto no Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera. Cerca de 15 organizações não-governamentais também estarão lá, nos stands que compõem a Feira, compartilhando suas diversas experiências na defesa do equilíbrio ambiental e social.

Saiba quais são algumas das entidades que já confirmaram sua participação:

Amcham (Câmara Americana de Comércio) – ONG sem fins lucrativos que reúne cerca de 6.800 sócios entre pequenas, médias e grandes empresas, atuantes em todas as áreas da economia. É a segunda maior câmara americana de comércio do mundo. Sua missão é estimular a implantação de políticas públicas no Brasil e nos Estados Unidos, que promovam o comércio, o investimento e a cidadania empresarial.

Aplauso – Com iniciativas nas áreas de arte e cultura, beneficia jovens em situação de risco social em diversas comunidades do Rio de Janeiro.

Clube das Mães – Oficina profissionalizante que disponibiliza oportunidades de formação profissional para pessoas carentes e atua na recuperação e reintegração social de moradores de rua.

FOS (Federação de Obras Sociais) – Entidade beneficente que congrega 1.500 entidades sociais. Fundada em 1963, seu objetivo é auxiliar outras entidades a se estruturarem e a exercerem, de maneira eficaz, seus programas filantrópicos.

Fundabrinq (Fundação Brasileira pelos Direitos da Criança e do Adolescente) – Mantida por pessoas físicas, empresas e agências nacionais e internacionais que lutam pela causa da criança e do adolescente, desenvolve ações, programas e projetos de sensibilização e conscientização da sociedade no tocante às questões da infância e da adolescência, produção de conhecimento sobre a realidade da criança e do adolescente e promoção de iniciativas nas áreas de educação, saúde, cultura, lazer, formação profissional e inclusão digital.

Greenpeace – ONG internacional de defesa do Meio Ambiente.

Instituto Paradigma – Atua na inclusão socioeconômica de pessoas com deficiência.

Integrare – Promove e facilita a participação representativa do empreendedorismo da diversidade social brasileira nas cadeias produtivas e de suprimentos.



Projeto Guri – Oferece formação musical a jovens em situação de risco social, no Estado de São Paulo. É mantido por uma associação, integrada por pessoas físicas e jurídicas, e tem como padrinho o cantor e compositor Toquinho.


SOS Mata Atlântica – Entidade ambientalista tem como missão defender os remanescentes da Mata Atlântica, valorizar a identidade física e cultural das comunidades humanas que os habitam e conservar os patrimônios natural, histórico e cultural dessas regiões, buscando o seu desenvolvimento sustentado.



WWF-Brasil (Worlwide Fund for Nature) – ONG dedicada à conservação da natureza. Visa harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais. Desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, uma das maiores redes independentes de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de cinco milhões de pessoas.

Sílvia Lakatos, Agência Indusnet Fiesp


http://209.85.207.104/search?q=cache:4E9exe2UGEoJ:www.fiesp.com.br/agencianoticias/2007/07/25/mostra-socioamb-entidades-expoem.ntc+Fiesp%2BONG+Maes+do+Brasil&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=7&gl=br
4  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Re: Castelinho da Rua Apa : 10/Dezembro/2007, 04:23:04 pm
vamos ver se desta vez o PreservaSP abraça isto que será uma grande briga com Dna. Eulina e possamos pelo menos ter nosso primeiro patrimônio preservado e levarmos os louros na imprensa.

Creio que temos muitas chances. Foi uma pena que perdemos a oportunidade daquela época que estava quente na imprensa quando saiu no Linha Direta.

5  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Vamos salvar nossas praças - Revista Veja - 05/12/2007 : 04/Dezembro/2007, 01:06:08 pm
Vamos salvar nossas praças
Roosevelt, Sé e República sofrem com o vandalismo

Por Edison Veiga
05.12.2007
 
Muitos dos 2 milhões de paulistanos que circulam diariamente pelo centro atravessam a Praça da Sé ou a Praça da República, reformadas há menos de um ano. O investimento de 7 milhões de reais na época deixou-as tinindo. Ganharam bancos, lixeiras, árvores e pisos novos. O que se vê hoje ali, no entanto, é o resultado da ação de marginais, que picham, depredam e roubam parte do patrimônio público, desafiando a lei. A segurança delas é feita por apenas 23 homens da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que se revezam em turnos. "Não é suficiente para coibir o vandalismo", admite o secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo. "Precisaríamos viabilizar a contratação de segurança privada." A situação é pior na Praça Franklin Roosevelt, que há mais de dois anos sofre maus-tratos. Trata-se de uma área de 20 000 metros quadrados praticamente sem árvores, cercada por muros e com uma cobertura em forma de pentágono. Quase todas as paredes estão pichadas, com rachaduras e goteiras provocadas por infiltração. À noite, moradores de rua se instalam sob a marquise e a fedentina é insuportável. A situação só não ficou pior graças a companhias de teatro como Satyros e Parlapatões, que promovem ali em frente espetáculos de segunda a domingo. "Essas praças deveriam expressar o que há de mais essencial para uma cidade: intercâmbio cultural e afetivo", afirma o urbanista Cândido Malta Campos Filho.

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Roosevelt: promessa de 12 milhões

Fotos Fernando Moraes e Heudes Regis

A Praça Franklin Roosevelt, na Consolação: vazamento cria enormes poças d’água sob a marquise (no alto). Pichadores também fazem a festa com a falta de vigilância

Os sinais do abandono são nítidos. Pichações estampam muros, garrafas de vidro e sacolas plásticas se acumulam sobre o gramado, um vazamento cria poças d’água e o cheiro é repugnante. A situação piorou desde julho, quando saíram do local um supermercado – que locava da prefeitura um prédio existente na praça – e uma escola municipal de educação infantil. "Nos últimos meses, o movimento de minha loja caiu 90%", afirma a florista Rosana Barbosa, dona de uma das três banquinhas que funcionam ali. A boa notícia é que a tão prometida reforma do local (desde 2005 se fala nisso) está para sair. "As obras custarão 12 milhões de reais e devem começar em março", anuncia o secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo. Serão demolidos a marquise e o prédio onde funcionavam o mercado e a escola. A praça ficará mais aberta, com acesso fácil tanto pela Rua Augusta quanto pela Rua da Consolação. Além de escadarias, serão construídas rampas para deficientes físicos. O projeto prevê ainda um telecentro, espaço público que oferece acesso à internet de graça à população. "Aguardamos com muita expectativa a revitalização, para esquecermos essa fase difícil da praça", diz Hugo Possolo, do Espaço Parlapatões, um dos teatros que funcionam na região.

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Sé: o cartão-postal que pede socorro

Fotos Fernando Moraes

Escultura de Amilcar de Castro é alvo de pichações. Acima, moradores de rua tomam conta dos bancos

Ao custo de 4 milhões de reais, a Praça da Sé, marco-zero da cidade, teve a reforma concluída no início deste ano. Ficou do jeito que São Paulo merece. Mas, como mostram as fotos ao lado, o lugar está malconservado, com pichações, mato alto e mendigos. É comum que moradores de rua utilizem o espelho-d’água para lavar roupas, e alguns não hesitam em se abrigar sob a sombra das esculturas que enfeitam a praça – aliás, Abertura, de Amilcar de Castro, é uma das que estão pichadas. Da bela passarela que existe no local, faltam duas das 46 placas de vidro. E sete estão trincadas. A Secretaria Municipal de Assistência e De-senvolvimento Social tem se esforçado para tirar os mendigos dali. Diariamente, 44 peruas e 354 agentes circulam abordando os sem-teto e convidando-os a passar a noite em um dos 36 albergues da cidade. "A cada quatro deles, somente um aceita ir", conta o secretário Floriano Pesaro. "A resistência a sair das ruas é grande, principalmente porque 70% dessa população tem algum comprometimento de saúde mental." As praças estão entre seus lugares preferidos. "São pontos em que eles se sentem protegidos e conseguem mais esmola", afirma Pesaro.

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República: cadê o chafariz que estava aqui?

Fotos Fernando Moraes

O lago perdeu sua beleza: de fevereiro para cá, foram roubados os 27 jatos dos chafarizes; vândalos também destruíram as lixeiras

O paulistano sempre apreciou muito a Praça da República", diz o arquiteto e historiador Benedito Lima de Toledo. "O que é muito positivo, já que as pessoas precisam gostar de seus patrimônios." Com o rebaixamento dos canteiros e dos gradis, a recuperação do lago e a instalação de novo piso – um investimento total de 3 milhões de reais –, a praça pôde, em fevereiro deste ano, voltar a embelezar o centro. Sem dúvida é a que se apresenta em melhores condições, atualmente. O passeio é limpo – a prefeitura afirma que os seus quase 15 000 metros quadrados são varridos dez vezes por dia e lavados todas as noites –, embora haja um pouco de lixo no gramado. Uma pena que os chafarizes do lago não funcionem mais, desde que foram roubados os 27 jatos e registros que faziam o sistema operar. O busto que homenageia Luiz Lázaro Zamenhof, criador da utópica língua esperanto, está riscado e tem a gravata danificada. "Não adianta esperar quebrarem tudo para fazer nova reforma", diz Marco Antonio de Almeida, superintendente da Associação Viva o Centro. "Quando se fala em praças, sempre insistimos no indispensável: uma boa manutenção."



Matéria da revista Veja São Paulo, edição 05/12/07 - Vamos salvar nossas praças
Fonte: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2037/m0144973.html
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