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1  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Condephaat autoriza início de processo de tombamento do Cine Belas Artes : 03/Outubro/2011, 03:35:06 pm
Condephaat autoriza início de processo de tombamento do Cine Belas Artes
Dono do imóvel não poderá dar nenhum outro fim ao edifício enquanto processo não terminar

03 de outubro de 2011 | 13h 49

Luísa Alcalde - Jornal da Tarde

SÃO PAULO - Após quatro horas de discussão na manhã desta segunda-feira, 3, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), órgão do governo estadual, acaba de autorizar a abertura do processo de tombamento do Cine Belas Artes, na região da Consolação, centro da capital.

JB Neto/AE

Conpresp negou tombamento na semana passada


Enquanto o processo não chegar ao final o proprietário do imóvel não poderá dar nenhum outro fim ao edifício.

Conselheiros do órgão consideraram no parecer que não só o imóvel do cine Belas Artes como também o do antigo restaurante Riviera e a passagem subterrânea da Rua da Consolação, que faz a ligação entre essas duas edificações, marcaram época na capital e podem ser tombados como bem cultural de artes.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,condephaat-autoriza-inicio-de-processo-de-tombamento-do-cine-belas-artes,780703,0.htm
2  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Cine Belas Artes, em SP, não poderá ser tombado : 28/Setembro/2011, 12:25:25 pm
28/09/2011 - 09h06
Cine Belas Artes, em SP, não poderá ser tombado

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

A Prefeitura de São Paulo decidiu que o Cine Belas Artes não será tombado. Com a decisão, tomada ontem, nada impede agora que o espaço seja demolido ou transformado em uma loja.

O tombamento nem chegou a ir para votação e foi retirado definitivamente da pauta do Conpresp (órgão do patrimônio histórico), após ter sido considerado inconstitucional pela Procuradoria-Geral do Município.

Rodrigo Capote-4.jan.2011/Folhapress

Fachada do Belas Artes, na rua da Consolação


Segundo a avaliação da procuradoria, o tombamento se limita à preservação das características arquitetônicas do imóvel.

Ainda de acordo com a procuradoria, caso se deseje preservar o uso, o instrumento indicado é a desapropriação, não o tombamento. A prefeitura já declarou que não tem interesse no local.

O cinema, que funcionava desde 1943 na esquina da avenida Paulista com a avenida Consolação (primeiro como cine Trianon), foi fechado em março deste ano após ter havido aumento no valor do aluguel do imóvel, o que teria tornado a atividade inviável.

André Sturm, que era o proprietário do cinema e hoje dirige o MIS (Museu da Imagem e do Som), lamentou a decisão.

"É a vitória da especulação, do que tem de pior no capitalismo contra a memória, a fantasia, a qualidade de vida", declarou.

Segundo ele, o Conpresp teve a chance de ter "feito história com uma compreensão contemporânea sobre preservação, que marcaria a história da cidade".

Beto Pereira, do MBA (Movimento pelo Cine Belas Artes), diz que se surpreendeu pela decisão ter ocorrido ontem, porque na pauta da reunião do Conpresp, publicada no "Diário Oficial" do município na semana passada, a análise do tombamento do cinema não foi citada.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/982148-cine-belas-artes-em-sp-nao-podera-ser-tombado.shtml
3  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Casarão tombado do século 16 tem geladeira e lixo no jardim : 14/Julho/2011, 12:32:22 pm
São Paulo, quinta-feira, 14 de julho de 2011 
Casarão tombado do século 16 tem geladeira e lixo no jardim
EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO

Uma geladeira de sorvetes ajuda a compor a decoração do jardim do histórico casarão que fica dentro do parque do Jaraguá (zona norte de SP).
Na frente do que talvez era a antiga senzala da casa, que pode ter abrigado o bandeirante Afonso Sardinha (o filho), um fogão. Ao lado, lixo e muita bagunça.
O local abandonado pelo poder público é uma casa que data de aproximadamente 1580, segundo informa a placa que fica do lado de fora da grade do imóvel.
"Não temos autorização para ninguém entrar. O casarão funciona como um hotel. Ele está fechado ao público. Quem administra é a dona Iracema [uma espécie de caseira do local]", diz um segurança do parque.
O prédio é tombado pelo patrimônio histórico do Estado de São Paulo. O parque estadual do Jaraguá, como faz parte do cinturão verde da capital paulista, também é considerado patrimônio mundial da humanidade.
A frase do guarda é emblemática. Ninguém no local sabe ao certo quem toma conta da casa de taipa de pilão, que fica no pé do pico do Jaraguá.

ALBERGUE
Há mais de 20 anos, em 1986, segundo reportagem da Folha da época, o prédio passou para a administração da Associação Paulista de Albergues da Juventude.
Ela foi cedida por meio de um comodato, de "uns 20 anos", diz a secretaria estadual de Meio Ambiente.
A informação da entidade que cuida de albergues é que nada mais funciona lá. E o prédio, que no ano passado chegou até a abrigar uma festa infantil, segundo informações da ONG Pick-upau, não está aberto ao público.
O albergue, que funcionava lá com o nome de Magdalena Tagliaferro Hostel, aparece nos guias oficiais da categoria feitos até 2008.
Nenhum dirigente da associação, ainda responsável pelo local histórico, foi localizado para falar sobre o tema.
A preservação do patrimônio histórico e público -a casa pode ser uma das mais antigas ainda em pé no Estado- entrou em debate na última reunião do Consema (Conselho Estadual de Meio Ambiente). Os dirigentes do órgão mandaram o Estado retomar a posse do casarão.
De acordo com a PGE (Procuradoria-Geral do Estado), a ação para reintegração de posse está protocolada na Justiça desde 7 de julho.
O órgão não quis informar quem é o réu da ação.
 
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1407201108.htm
4  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / São Paulo passa a rejeitar doação de busto para praça : 12/Julho/2011, 04:54:52 pm
São Paulo, terça-feira, 12 de julho de 2011 
São Paulo passa a rejeitar doação de busto para praça
Para presidente de comissão, esculturas estão ligadas a ideia do século 19

Associação afirma que a doação do busto de um herói político libanês, que custou R$ 40 mil ao órgão, não foi aceita

VANESSA CORREA

DE SÃO PAULO

Para a Prefeitura de São Paulo, busto em praça pública é uma coisa muito século 19 e, a partir de agora, a doação desse tipo de escultura não será mais aceita.
Em sua última reunião, a Comissão de Gestão de Obras e Monumentos Artísticos em Espaços Públicos não só se negou a receber um busto do sheik Pierre Amine Gemayel como decidiu que "pontuar praças e canteiros centrais da cidade com bustos e cabeças, dada a dimensão da cidade, nada mais representa que poluir a paisagem".
O busto do sheik, um herói político libanês, custou R$ 40 mil à associação União Cultural Kataeb Líbano-Brasil. Ele seria instalado na praça de mesmo nome, na Vila Olímpia, na zona oeste.
O presidente da associação, que também mantém a praça, Georges Khouri, 68, diz não entender a decisão. "Nós só queremos colocar o busto na praça. Caramba, é tão difícil isso?"
Segundo a presidente da comissão, Letícia Bandeira de Mello, a cidade recebe muitos pedidos desse tipo. Para ela, "não se pode ficar preso a uma ideia do século 19", e esse tipo de homenagem poderia ser expressa com outro tipo de escultura.
O escultor Cícero D'Ávila, autor de um busto de Tiradentes instalado no bairro Cidade Tiradentes, na zona leste, acha a medida um "erro".
"Para que dizer se isso é século A, B, C ou D? Eles querem ditar uma tendência de moda nas artes plásticas, isso é um absurdo", diz o escultor. Para ele, só faz sentido se a medida visar impedir que obras de gosto duvidoso sejam colocadas na cidade.
De acordo com o inventário de obras em logradouros públicos de São Paulo, a cidade tem 52 bustos e cabeças. Só na praça da República (centro), local que concentra o maior número de esculturas do tipo, há oito delas.
A mais antiga, que retrata o escritor Álvares de Azevedo, é de 1907 e está no largo São Francisco, no centro, seu quinto endereço na cidade -outro foi o depósito municipal, por quase 30 anos.
A prefeitura diz que continua tendo interesse na doação de "bustos de relevância artística comprovada, para serem instalados em locais onde possam ser devidamente percebidos e apreciados".

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1207201128.htm
5  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / 14 anos após pedido, prédio do Banespa é tombado, no centro : 21/Junho/2011, 12:07:52 pm
São Paulo, terça-feira, 21 de junho de 2011 
FOCO

14 anos após pedido, prédio do Banespa é tombado, no centro


VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Após 14 anos do pedido feito pela diretoria do antigo Banco do Estado de São Paulo, o edifício Altino Arantes, ou "prédio do Banespa", foi tombado ontem pelo patrimônio histórico estadual.
Com 35 andares, era o mais alto da cidade em 1947, quando foi inaugurado no antigo centro financeiro como nova sede do banco que financiava os barões do café.
Sua arquitetura e porte, inspirados no edifício Empire State, de Nova York, representavam o orgulho da cidade pelo seu crescimento e modernização.
A resolução do Condephaat (órgão do patrimônio histórico) preserva integralmente fachada e terraço do edifício, além de cinco pisos.
Também foram tombados os móveis que contam a história da instituição financeira. Entre eles, uma mesa monumental usada nas reuniões feitas pela presidência no salão nobre.
O antigo cofre do banco, que fica no subsolo, também foi preservado.
Segundo o estudo de tombamento, os funcionários do banco chegaram a fazer um museu e a trabalhar na preservação do edifício, temendo reformas. A mais radical delas veio em 2000, quando o banco foi transferido ao governo federal, privatizado e vendido ao Santander.
O prédio já havia sido tombado pelo município em um tombamento coletivo na região do Vale do Anhangabaú, no centro, mas com proteção apenas da fachada e das proporções do edifício.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2106201130.htm
6  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Av. Paulista perde casarão e ganha mais um prédio : 11/Junho/2011, 04:31:56 pm
São Paulo, sábado, 11 de junho de 2011
Av. Paulista perde casarão e ganha mais um prédio

Imóvel branco arredondado fica ao lado da Casa das Rosas, que é tombada

Construtora Even pretende erguer no local do casarão um prédio de escritórios com 11 andares e 5 subsolos

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Em breve, mais um casarão cederá espaço a outro prédio de escritórios na avenida Paulista.
Ao lado da Casa das Rosas, a casa branca de fachada arredondada é hoje alugada pela seguradora Porto Seguro, que tem escritório ali.
No lugar dela, a construtora Even pretende erguer um prédio de escritórios com 11 andares e cinco subsolos.
Como a Casa das Rosas é um bem tombado pelo município, intervenções em imóveis próximos devem ser aprovadas pelo Condephaat e Conpresp, os órgãos do patrimônio histórico estadual e municipal, respectivamente.
Ontem, o Condephaat publicou no "Diário Oficial" do Estado o aval para a demolição da casa. Segundo a Even, a autorização do Conpresp também já foi obtida.
"Quase todos os exemplos de ocupação da Paulista se foram. Os que existem deveriam ser preservados, mesmo que não tenham um valor arquitetônico muito grande", diz a arquiteta urbanista Lucila Lacreta, do movimento Defenda São Paulo.
Para Benedito Lima de Toledo, professor-titular da FAU-USP, o prédio pode prejudicar a visibilidade da Casa das Rosas.
De acordo com o Condephaat, como o prédio terá 18 metros de recuo da calçada, a visibilidade da Casa das Rosas não será afetada.
Não se sabe ao certo quando o casarão foi construído.
A certidão de dados cadastrais do imóvel na prefeitura diz que a obra é de 1994. Mas uma imagem antiga, obtida por Gabriel Rostey, da associação Preserva SP, mostra o imóvel em 1952, quando as casas dos antigos barões de café ainda dominavam.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1106201120.htm
7  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Prédio histórico vai ganhar bistrô e praça (sobre o Sampaio Moreira) : 30/Maio/2011, 03:30:09 pm
São Paulo, segunda-feira, 30 de maio de 2011 
Prédio histórico vai ganhar bistrô e praça

Edifício Sampaio Moreira, na rua Líbero Badaró, em São Paulo, será restaurado para abrigar Secretaria de Cultura

Reforma em construção de 1924 no centro da capital deve custar R$ 16 milhões; prazo de execução é de 15 meses

VANESSA CORREA

DE SÃO PAULO

Entre cenas de operários caminhando e "modernos" bondes elétricos, um filme de 1929 exibe a tomada do edifício Sampaio Moreira a partir do Vale do Anhangabaú.
No documentário "São Paulo Sinfonia da Metrópole", a imagem do "avô dos arranha-céus", feito em 1924 com 12 andares de escritórios, ajuda a projetar a ideia de modernização da cidade.
Pelos projetos atuais da prefeitura, que desapropriou o prédio, o edifício vai ganhar nova importância.
Na última quinta, a Secretaria Municipal de Cultura publicou no "Diário Oficial" uma consulta pública para interessados em executar o projeto de restauro e readequação do edifício, cotado para abrigar a nova sede da Secretaria de Cultura.
Depois da consulta, será aberta a licitação para a escolha da empresa, que terá 15 meses para executar a obra orçada em R$ 16 milhões.
Segundo o autor do projeto executivo da reforma, o arquiteto Samuel Kruchin, a intervenção foi pensada para preservar a importância do edifício, mas também "lançá-lo ao futuro" outra vez.
Enquanto a fachada será preservada, o interior será modernizado, com exceção do quinto andar, que será restaurado como no original.
As duas torres do prédio, separadas por um fosso, serão reintegradas por passarelas de aço e vidro, associadas a uma praça na altura do terceiro andar. Outra praça será construída no térreo do vão.
Além disso, o prédio anexo, também desapropriado pela prefeitura, deve ter a fachada usada como entrada para um espaço de convivência com jardim e bancos.
O subsolo dessa praça deverá abrigar garagens.

CASA GODINHO
Desde a inauguração do edifício, a tradicional mercearia Casa Godinho ocupa uma das lojas do térreo.
O projeto de reforma para o local prevê que a loja, na frente, seja mantida original. A parte de trás do estabelecimento ganhará um bistrô.
O projeto já foi aprovado pelos órgãos do patrimônio histórico, etapa necessária para a realização da obra, já que o todo o mobiliário da mercearia é tombado.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3005201119.htm
8  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Prédios na rua Direita são restaurados : 24/Maio/2011, 06:39:07 pm
CIDADE
Prédios na rua Direita são restaurados
23/05/2011


A restauração do Palacete Tereza Toledo Lara segue o plano de revitalização do centro e deve estar concluída em cinco meses


A rua Direita, no centro de São Paulo, liga a praça da Sé e o Vale de Anhangabaú. Não bastasse ser o caminho direto entre dois pontos principais da cidade, a rua também reúne uma espécie de tesouros tombados, como prédios que são patrimônios hA restauração do Palacete Tereza Toledo Lara segue o plano de revitalização do centro e deve estar concluída em cinco meses.istóricos para a identidade paulistana e têm passado por processos de restauração.

Um exemplo deste tesouro é o edifício Palacete Tereza Toledo Lara, localizado na altura do número 123 da rua Direita. Projeto assinado pelo arquiteto alemão Augusto Fried, o prédio data de 1910 e foi construído a pedido do conde Antonio de Toledo Lara. Décadas mais tarde, o local abrigou a sede da Rádio Record. Hoje, com sua fachada intocada, as características originais ainda surpreendem os paulistanos: vitrais, piso, paredes e até mesmo o elevador compõe o ar histórico do edifício, que será restaurado.

A reforma do imóvel obedece ao plano de revitalização do centro, realizado pela Prefeitura. O prédio vizinho, edifício Guinle, já se encontra em processo de restauro, com a fachada coberta por andaimes. A previsão, de acordo com a Companhia do Restauro, é de que o resultado final seja revelado em 5 meses, e sirva de exemplo para mais imóveis da região. Segundo o zelador do edifício Palacete Tereza Toledo Lara, muitos estudantes passam pela rua e pedem para entrar e fotografar o local. Os demais pedestres, no entanto, não parecem notar a beleza do imóvel, escondido entre os muitos prédios deteriorados da região.

http://www.cadernosp.com.br/cidade/3645/predios-na-rua-direita-sao-restaurados
9  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Sem previsão de reabertura, TBC aguarda reforma há mais de um ano : 12/Maio/2011, 11:40:33 am
12/05/2011 - 09h25
Sem previsão de reabertura, TBC aguarda reforma há mais de um ano
GABRIELA MELLÃO
DE SÃO PAULO

Desde que a Funarte comprou o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), no final de 2008, o espaço que sediou uma das maiores revoluções teatrais do país está fechado.

Uma reforma foi anunciada no final de 2009 pela Funarte, que afirmou também que abriria uma licitação para preparação de um laudo técnico sobre o imóvel.

O então presidente do órgão, Sérgio Mamberti, declarou que as obras estruturais seriam iniciadas em 2010. Até hoje nada aconteceu.

Segundo declaração oficial da fundação, a renovação do teatro estava prevista para ter início em 2011, foi orçada em R$ 17,6 milhões e cancelada por tempo indeterminado em março, quando o governo federal proibiu obras em imóveis públicos.

Zé Carlos Barretta/Folhapress 

Fachada do Teatro Brasileiro de Comédia, que espera reforma orçada em R$ 17,6 milhões


Depois de tanto tempo de abandono, quando não se vê nem mesmo a perspectiva de uma reforma, começam a surgir questionamentos sobre a sobrevivência do TBC.

Para garantir a continuidade do lendário teatro, o fundador do Teatro Oficina, Zé Celso, saiu em sua defesa.

Ele programa para junho o ciclo de peças "Dionizíacas Urbanas Antropófagas em Sampã", em que apresentará seu terceiro espetáculo dedicado à atriz Cacilda Becker.

Para a ocasião, planeja uma travessia cultural pelas ruas da Bela Vista, passando por espaços memoráveis do bairro, entre eles o TBC --teatro que iluminou os maiores atores dos anos 1950 e 1960, como a própria Cacilda.

"O TBC tem um significado enorme na história da nossa cultura. Sua marca é sagrada, e seu nome, inegociável", diz Zé Celso.

"Eu vendi o prédio, mas não o nome TBC", diz a empresária Magnólia do Lago Ferreira, dona do imóvel de 1982 a 2008. "Venderia a marca, mas a Funarte não se manifesta." Segundo a ex-proprietária do imóvel, ela também detém o luminoso que fez brilhar as siglas do TBC na fachada do teatro, desde a fundação, em 1948.

Segundo o presidente da Funarte, Antônio Grassi, o nome TBC pertence à fundação. "Havia uma pendência jurídica em relação à marca. Acionamos o departamento jurídico da Funarte e isso já foi resolvido", diz.

Grassi afirma que o teatro será reaberto com o nome TBC. "Não faz sentido comprar o prédio sem o nome."

Mas não dá previsão para a reforma. "Depende da liberação do governo. Esperamos que seja em breve. Queremos dar ao TBC a urgência e a prioridade necessárias."

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/914446-sem-previsao-de-reabertura-tbc-aguarda-reforma-ha-mais-de-um-ano.shtml
10  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Anúncio banca restauro do edifício Guinle : 11/Maio/2011, 05:01:52 pm
São Paulo, quarta-feira, 11 de maio de 2011
Anúncio banca restauro do edifício Guinle
Prédio será o 1º a usar artigo da Lei Cidade Limpa que permite o uso de publicidade para financiar recuperação

Obra começou há dois meses, mas só agora foi dada autorização para a instalação de anúncio de uma loja de calçados

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Em breve, a cidade de São Paulo deverá quebrar o jejum de publicidade nas ruas que começou há quase cinco anos, quando o Cidade Limpa varreu os outdoors da paisagem paulistana. Um anúncio vai estampar a fachada do edifício Guinle, no centro, durante obras de restauro.
Desenho do arquiteto Hyppolito Gustavo Pujol Júnior, o prédio de sete andares construído em 1913 será o primeiro a usar o artigo 50 da Lei Cidade Limpa, que permite o uso de publicidade para financiar restauros em imóveis de interesse histórico.
"Esperamos a cidade se organizar de novo para propor novos valores ao mercado publicitário", diz Regina Monteiro, diretora da SP Urbanismo, responsável pelo Cidade Limpa.
Operários começaram os retoques no prédio da rua Direita há dois meses, mas só agora obtiveram autorização do Departamento de Patrimônio Histórico para instalar o anúncio da Mundial, loja de calçados no térreo do edifício que está financiando a obra, orçada em R$ 700 mil.
Com base em decisão tomada ontem no Conpresp, órgão municipal de preservação do patrimônio, o Guinle passou à frente de outros dois prédios icônicos de São Paulo que tentam usar o mesmo recurso para restaurar suas fachadas: o Copan, de Oscar Niemeyer, no centro, e o Bretagne, de Artacho Jurado, em Higienópolis.
Mas falta definir melhor os parâmetros da aplicação da lei, já que o Copan, por exemplo, esbarrou na burocracia, em especial em relação ao tamanho do anúncio, ao tentar um acordo com a prefeitura.
Enquanto São Paulo estreia agora o recurso da publicidade para bancar restauros, a exemplo do que ocorre em Barcelona, que proibiu os outdoors nos anos 1990, cidades europeias como Roma e Veneza começaram a combater até mesmo anúncios para a preservação.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1105201109.htm
11  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Prefeitura de SP quer reformar 1ª casa modernista do Brasil : 11/Maio/2011, 04:59:13 pm
São Paulo, terça-feira, 10 de maio de 2011
FOCO

Prefeitura de SP quer reformar 1ª casa modernista do Brasil

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Degradados, a piscina e o salão de jogos do terreno digno de casa de campo na Vila Mariana (zona sul de São Paulo) são só a sombra das animadas festas que eram dadas no jardim da primeira casa modernista do Brasil.
Também conhecido como Casa da Rua Santa Cruz, o local foi construído em 1928 pelo arquiteto de origem ucraniana Gregori Warchavchik para abrigar a família recém-formada com Mina Klabin. Na época de sua construção, gerou polêmica por suas linhas retas e pela ausência de ornamentos.
A casa foi restaurada e aberta ao público em 2008, mas as estruturas anexas, que também incluem uma edícula e uma casa de bonecas, nunca passaram por reforma, dando ar de abandono ao jardim de 13 mil m2.
Agora, a Prefeitura de São Paulo quer restaurá-las e construir um café em estrutura de metal e vidro no parque modernista, do qual a casa faz parte, além de recuperar o jardim tropical projetado por Mina Klabin.
A antiga sala de jogos vai virar um espaço de eventos e os muros do terreno serão substituídos por grades. Segundo o arquiteto Paulo Faccio, que participou da elaboração do projeto, o objetivo é aumentar a visibilidade de quem passa pela rua.
Sobre a piscina, está prevista a construção de uma estrutura de metal e vidro. E, apesar de já ter sido reformada duas vezes nos últimos dez anos, a casa tem infiltrações e passará por reformas estruturais e dos pisos em tacos de madeira.
Há também a ideia de remobiliar o espaço. Para isso, já estão sendo feitos contatos com a família para tentar encontrar móveis da época.
O projeto de reforma, ainda preliminar, foi proposto pelo DPH (departamento do patrimônio histórico), da Secretaria Municipal da Cultura, e será analisado hoje pelo Conpresp (conselho municipal de preservação do patrimônio histórico).

CASA MODERNISTA

ONDE rua Santa Cruz, 325
FUNCIONAMENTO de terça a domingo, das 9 às 17h
QUANTO grátis
TELEFONE 0/xx/11/5083-3232

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1005201114.htm
12  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Retomada de negociações adia novamente o fim do Cine Belas Artes : 22/Fevereiro/2011, 03:52:54 pm
22/02/2011 - 14h24
Retomada de negociações adia novamente o fim do Cine Belas Artes
GUSTAVO FIORATTI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O Cine Belas Artes não vai mais fechar suas portas amanhã, como havia sido divulgado por sua administração na semana passada.

Entenda o caso do Cine Belas Artes
Veja fotos do cinema ao longo dos anos

O proprietário do imóvel onde funcionam suas salas, Flávio Maluf, retomou as negociações com André Sturm, um dos donos do cinema.

Continua, portanto, o impasse iniciado em dezembro, quando Maluf pediu a devolução do imóvel.

O proprietário alega que o aluguel oferecido por Sturm para uma possível renovação contratual foi de R$ 85 mil mensais, valor que estaria abaixo do valor de mercado. Maluf pede R$ 150 mil.

Segundo o advogado de Maluf, Fabio Luchesi, o proprietário sempre esteve aberto a negociações.

"Fomos procurados novamente por ele [Sturm]. E sempre estamos dispostos a ouvir uma proposta", diz.

Na quarta-feira da semana passada, Sturm declarou que havia atingido um teto para a negociação. Mas, na quinta, aventou-se uma retomada, mediada pelo promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes.

"Ele está trabalhando como um conciliador entre as partes", diz Luchesi.

Lopes é o mesmo promotor que questionou a elegibilidade do palhaço Tiririca, eleito deputado federal em 2010.

Amanhã, Sturm volta a se reunir com Luchesi e pode fazer uma nova proposta.

Desde janeiro, corre no Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo) um processo pelo tombamento do imóvel. A conclusão está marcada para abril.


Fachada do Cine Belas Artes, na rua da Consolação

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/879332-retomada-de-negociacoes-adia-novamente-o-fim-do-cine-belas-artes.shtml
13  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Hotel negocia prédio de hospital tombado : 18/Fevereiro/2011, 03:25:33 pm
São Paulo, sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011  
Hotel negocia prédio de hospital tombado
Dona do prédio do Umberto Primo, conhecido como hospital Matarazzo, confirma que está prestes a vender o imóvel

Grupo Allard pretende restaurar o complexo para fazer ali o primeiro hotel classificado como "seis estrelas" do Brasil


Joel Silva/Folhapress


Vista do antigo hospital Umberto Primo, situado na região da Paulista

EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

O antigo hospital Umberto Primo, também conhecido como hospital Matarazzo, na região da avenida Paulista, está próximo de ser vendido.
O principal interessado, segundo a Folha apurou, é o grupo proprietário do hotel Le Royal Monceau, em Paris, recentemente reformado.
A ideia do grupo Allard é restaurar o antigo hospital para fazer ali o hotel mais luxuoso do Brasil, classificado internacionalmente como "seis estrelas", e outro padrão cinco estrelas.
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil dono do prédio, confirma que está "em estágio avançado de negociação com grupos de investidores interessados no imóvel".
O órgão, no entanto, não informa quem seriam os investidores interessados nem qual é o destino que deve ser dado ao prédio.
O grupo Allard, que mantém um escritório e um diretor-executivo no Brasil desde 2008, não respondeu. Informou apenas que, na próxima semana, deve ter novidades sobre o assunto, mas não confirmou nem sequer se está relacionado com a negociação com a Previ.
Alexander Allard, presidente do grupo, é conhecido nos Estados Unidos e na Europa por seus investimentos no mercado de alto luxo.
O Le Royal Monceau, por exemplo, foi comprado por ele em 2007 e reformado com projeto do renomado designer Philippe Starck.
O projeto para o hospital Matarazzo, que também deve ser assinado por Starck, inclui ainda uma galeria de arte e uma área para shows. Os dois -Allard e Starck- estiveram em São Paulo no fim do ano passado, mas não revelaram quais negócios pretendiam fazer na cidade.
A Folha apurou que o grupo já está, inclusive, negociando a contratação de uma frota de táxis -seriam 30 carros, dez deles blindados- para atender aos futuros clientes dos hotéis.
O prédio é tombado pelos órgãos do patrimônio histórico estadual e municipal, que ainda não foram consultados sobre a possível reforma.
No ano passado, a Previ pediu autorização para fazer uma manutenção no prédio -havia telhas quebradas e calhas entupidas. Neste ano, novo pedido, agora para instalar sistema anti-incêndio.
O complexo com dez edifícios foi construído entre 1904, quando a ala administrativa foi inaugurada, e 1974. Endividado, o hospital fechou em 1993, quando o prédio foi vendido à Previ.
No total, são 26,3 mil m2 de área construída em um terreno de 19 mil m2. Corretores que atuam na região da avenida Paulista estimam que o imóvel valha, pelo menos, R$ 160 milhões, podendo chegar a R$ 260 milhões.

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Colaborou ALENCAR IZIDORO

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1802201108.htm
14  Nossos temas / Patrimônio Histórico e Urbanismo / Promotor pede fim de obras no parque da Água Branca : 07/Dezembro/2010, 11:06:04 am
São Paulo, terça-feira, 07 de dezembro de 2010 
Promotor pede fim de obras no parque da Água Branca
Principal questionamento é reforma em pergolado sem aval do Conpresp

Polêmica se arrasta desde junho; moradores da região temem que o parque seja totalmente descaracterizado

JAMES CIMINO
DE SÃO PAULO

A polêmica envolvendo a reforma do parque da Água Branca (zona oeste de SP) ganhou um novo capítulo.
Ontem, o promotor do Meio Ambiente Washington Luis Lincoln de Assis fez um pedido de liminar para suspender todas as obras existentes no parque, que incluem a reforma dos pergolados, a construção de uma praça de alimentação, de uma ponte e de um deque no bosque das palmeiras.
De acordo com a ação assinada pelo promotor, há diversas irregularidades na execução do projeto.
A principal delas, segundo o documento, é o início da obra de restauração dos dois pergolados (estruturas vazadas onde normalmente se cultivam trepadeiras) existentes no parque sem autorização do Conpresp (órgão de patrimônio municipal).
Já os gestores do parque dizem que as obras só começarão após essa autorização.
O projeto, assinado pelo arquiteto Daniel Alexandre Massi Cardelli e já aprovado pelo Condephaat (o órgão de patrimônio estadual, que também tombou o parque), prevê um rebaixamento de 40 centímetros no piso do pergolado para construção de um pequeno anfiteatro.
Haverá também a substituição de estruturas, iluminação nova, substituição da estrutura das cúpulas, entre outras modificações.
Além das melhorias trazidas pelas obras, que começaram em maio, frequentadores também se animaram com o novo horário de fechamento do parque, que passou das 18h para 22h. Contudo, Promotoria e associações de moradores temeram que a série de mudanças descaracterize o parque tombado.
Para a arquiteta Maria Laura Zei, presidente da Assampalba (Associação de Amigos e Moradores pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança), o projeto muda o uso do pergolado.
"Vai ser modificada a estrutura, vão aumentar a área impermeável e querem cobrir com policarbonato. Pergolado não é para ter cobertura, é uma estrutura vazada por causa da vegetação."
Fora isso, a comunidade, assim como a Promotoria, questiona o preço da obra: R$ 2,6 milhões.
"Não há necessidade dessa obra do anfiteatro. E o bem tombado só pode ser restaurado, não pode ter sua finalidade modificada. O custo dessa obra é altíssimo", diz o promotor do Meio Ambiente, que também aponta pouco detalhamento no projeto.
A ação pede ainda que volte a seu estado original a atual trilha do Pau Brasil, construída no parque sob supervisão do Fussesp (Fundo de Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de SP), presidido pela primeira-dama do Estado, Deuzeni Goldman.
Segundo a Promotoria, houve remoção indevida de vegetação original. "Exemplares foram erradicados sem autorização, do mesmo modo que praticamente toda a vegetação rasteira do parque desde abril até hoje."

REFORMA NECESSÁRIA
Na época em que as obras começaram, no entanto, a primeira-dama defendeu que o parque estava abandonado e carecia de reformas.
Segundo o Fussesp, uma pesquisa Ibope indica que 88% dos frequentadores do parque são favoráveis às reformas e revitalizações.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0712201022.htm
15  PreservaSP / Acontece no Preserva SP / TurisMetrô Especial de Natal (Saída especial para o PreservaSP) - 03/12/2010 : 29/Novembro/2010, 10:28:09 am
Data: 03/12/2010, às 14:00
Local: Quiosque do TurisMetrô na Estação Sé


Nesta sexta-feira, 03 de dezembro de 2010, será realizada uma saída excepcional do TurisMetrô de Natal, reservada à Associação Preserva São Paulo.

O Projeto TurisMetrô é um consagrado programa de roteiros turísticos populares que usa o Metrô como meio de transporte. Fruto de uma parceria entre a São Paulo Turismo e a Cia. do Metropolitano de São Paulo, o projeto já atendeu mais de 35 mil pessoas desde janeiro de 2006, e obteve avaliação positiva de 99,9% dos usuários.

O roteiro especial de Natal é muito concorrido, e será realizado apenas sete vezes, nos diias 4, 5, 11, 12, 18, 19 e 26 de dezembro. Por isso, é uma grande oportunidade a de aproveitar essa saída exclusiva. A duração é de aproximadamente 03 horas.

Mesmo oferecendo guias capacitados, performances artísticas e entrada grátis nas atrações visitadas, o Turismetrô é gratuito: a única despesa é com o transporte de metrô.

Locais visitados:

■ Metrô Estação Sé destino Estação Tiradentes
■ Museu de Arte Sacra* - Museu do Presépio e “Contação de História – Natal no Mundo”
■ Metrô Estação Tiradentes destino Estação São Bento
■ Vale do Anhangabau
■ Theatro Municipal
■ Shopping Light
■ Prédio Prefeitura
■ Largo de São Francisco*
■ Metrô Estação Sé destino Estação Consolação
■ Avenida Paulista
■ Shopping Center 3
■ Conjunto Nacional
■ Parque Mário Covas* - Intervenção Artística

Equipamentos assinalados com (*) oferecem visita interna.
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